E os tons dos meus sentidos, são azuis, fulvos, respingam nas almas, na busca irrestrita de ser.
Ser, viver, querer o mundo....
Olho o mundo dessa estrada, dormir na caminhada.
Olha a pedra, passarada.
Dormir aqui, alma impura, sem catenas, tulipas e jasmins.
Dormir, sentir, sonhar, fugir dos meus ontens, dos caminhos e, no toque desses sonhos, universo....
Dormir aqui e acordar ali....
